Novos ônibus de SP terão WiFi e tomadas para recarga de smartphone

Prefeitura da cidade quer colocar até 2.500 novos veículos do tipo nas ruas da cidade em até dois anos.

A Prefeitura de São Paulo anunciou que os novos ônibus da cidade terão recursos interessantes para os usuários de tecnologia, como conexão WiFi e tomadas para a recarga de celulares.

Em uma publicação no seu site oficial, a Prefeitura aponta que os veículos superarticulados contarão ainda com ar condicionado e câmeras de monitoramento.

Os ônibus, que possuem 23 metros de comprimento e capacidade para transportar até 171 passageiros, começam a rodar na cidade em julho.

Segundo a Prefeitura, a partir do próximo mês a cidade receberá cerca de 100 unidades por mês dos novos ônibus. O objetivo é atingir entre 2 mil e 2.500 veículos desse tipo em até dois anos.

Os novos ônibus “modernizados” já foram comprados por diferentes empresas que prestam serviços à Prefeitura.

A Folha de São Paulo testou 119 pontos de wi-fi livre; conexão falha ou há lentidão em 30

Da Folha de São Paulo

O acesso à rede sem fio, que permite captar um sinal para navegar na internet, é prometido pela prefeitura em 120 pontos da capital. Mas, em pouco mais de um terço deles, como o vão-livre do Masp, há chances de o paulistano não descobrir a existência do serviço. E, em 12 deles, pode não conseguir conectar o celular ou o tablet à rede, que custa R$ 9,2 milhões por ano aos cofres públicos.

Uma nova empresa deve ser contratada no início desta semana, e a secretaria promete sinalizar as praças e parques até o mês que vem. A instalação custará R$ 13 mil.

Além de procurar a placa do projeto, a reportagem tentou utilizar o serviço nos 119 pontos. A ideia era assistir a um vídeo de 30 segundos e acessar os sites da prefeitura, de uma rede social e da Folha. Tudo em até cinco minutos.

Na maioria dos pontos (89) foi possível navegar rapidamente. Em outros 18 havia lentidão e ao menos um site não carregou. As exceções foram 12 locais nos quais não foi possível conectar o celular à rede.

As queixas se repetem entre usuários. “Não dou muita sorte [com os pontos de wi-fi]. Já troquei de celular e o acesso continua ruim”, diz Luisa Maria Granado, 22.

Na última quarta (10), a professora de inglês usava a rede em frente ao Theatro Municipal, no centro. “Está demorando um pouco, mas está indo.”

“Tem sinal, mas não conecta”, reclamava o estudante Lucas Ramon, 19, na praça Roosevelt. “Talvez seja porque muitas pessoas estão usando ao mesmo tempo.”

Em teste realizado pela Folha em junho de 2014, quando havia 18 pontos na capital, três não funcionaram.

“Em alguns locais, de fato aparecem alguns problemas”, diz o secretário Simão Pedro. “Às vezes, pode ter um obstáculo, como árvores, ou uma deficiência no equipamento, como queda de energia e oscilação na rede.”

O serviço pode ficar fora do ar em até 29 horas do mês (4% do período), conforme as regras no contrato assinado pelas empresas responsáveis pelo serviço, a WCS e a Ziva.

Além disso, afirma a secretaria, podem ocorrer picos de acesso. Ou seja, o número usuários supera a capacidade de um ponto. Então, a velocidade cai pela metade, para 256 Kbps efetivos.

Em março, a UFABC (Universidade Federal do ABC) publicou um relatório considerando “bem satisfatório” o acesso em 82 praças. Em parceria com a prefeitura, que fornece recursos para pesquisas, a instituição mantém um projeto para analisar a rede.

FUTURO

“Certamente, a qualidade técnica tem de ser melhorada e é preciso ampliar o número de lugares com acesso”, diz o professor de políticas públicas Sérgio Amadeu, coordenador do projeto na UFABC.

Na questão técnica, diz Amadeu, deveria ser mais clara a velocidade em cada praça. “É bom que o cidadão saiba para ajudar a fiscalizar.”

Para o secretário Simão Pedro, são naturais, em um projeto novo, as fases de avaliação e aperfeiçoamento, para corrigir problemas. Um dos pontos a serem melhorados, diz, é a instalação de bancos e tomadas para as pessoas recarregarem os celulares.

Está nos planos da prefeitura, acrescenta o secretário, concluir nos próximos meses uma proposta de expansão, levando a rede sem-fio a pontos de ônibus e para os parques Ibirapuera e do Carmo.

O plano deve sair após a prefeitura terminar, primeiro, de instalar as placas de sinalização de todos os pontos de wi-fi existentes.

 

 

sãopaulo visitou, entre os dias 29 de maio e 8 de junho, todos os locais atendidos pelo WiFi Livre SP, cujo objetivo é oferecer acesso gratuito à internet nos 96 distritos. Os pontos foram instalados entre janeiro de 2014 e abril deste ano.

O único ponto em que a reportagem não pôde testar o serviço foi no parque Orlando Villas-Boas, na zona oeste, fechado desde março.

Em 42 dos 119 pontos restantes não existe a plaquinha do projeto indicando a existência do sinal para quem passa pelos locais. Segundo uma das empresas que instalou a rede, a sinalização é fundamental.

Entre os locais sem placa estão a praça da Sé e o parque da Luz, na região central, o Clube Tietê, na zona norte, o parque da Independência, na sul, e a praça do Pôr do Sol, na oeste.

“A questão das placas é real”, diz o secretário municipal de Serviços, Simão Pedro, reconhecendo o problema. “No ano passado, fizemos uma licitação e acabou dando errado.”

      

Microsoft planeja lançar um serviço de WiFi “gratuito” e livre de problemas

Microsoft planeja lançar um serviço de WiFi “gratuito” e livre de problemas

Quando estamos fora de casa, a nossa internet é provida pelas operadoras móveis. Nesse caso, navegar na rede consome uma quantidade de dados e banda de uma franquia – que pode ser diária ou mensal. Contudo, em shoppings, aeroportos e outros locais públicos, existem serviços de WiFi gratuito, que apenas solicitam um cadastro ou algo semelhante.

É mais ou menos esse modelo que a Microsoft quer seguir com o seu novo serviço, o Microsoft WiFi, que foi vazado no site oficial da empresa e logo em seguida retirado do ar. Horas mais tarde, um representante da companhia confirmou que de fato o boato era verdadeiro, mas sem dar muitos detalhes.

Internet acessível para todas as plataformas

“O serviço vai oferecer um WiFi livre de implicações para as massas, com aplicativos para Windows, Windows Phone, iOS, OS X e Android”, segundo o site VentureBeat sobre as informações vazadas no começo do dia.

Se o site oficial do Microsoft WiFi já está sendo testado publicamente, é bem possível que a novidade da empresa seja anunciada em breve. A ideia da companhia é retirar a burocracia de se reconectar aos diferentes pontos de acesso, ou seja, conecte-se uma única vez e abuse da conexão sem fio à internet, diferente do que ocorre atualmente nos hotspots de outras provedoras.

Gratuito? Talvez, mas com ressalvas

Apesar de nenhuma dessas informações terem sido confirmadas, há rumores que o acesso não será para todos. Aparentemente, pode existir um filtro que restringe o uso para assinantes do Skype WiFi, funcionários de empresas que possuem o Office 365 Enterprise ou para consumidores de uma licença oficial do serviço.

Se isso for verdade, vai contradizer os planos da Microsoft em trazer um provedor de WiFi gratuito. Por ora, podemos apenas especular sobre o que a empresa de Bill Gates tem planejado para o futuro. Será que poderíamos ter uma conexão de qualidade gratuita? Ou será que não passa de mais um produto para o mercado norte-americano?

Acessos wireless serão mais de dois terços do total de conexões no mundo em 2019

Apesar de grande crescimento no acesso móvel no mundo, a maior parte do tráfego IP será transitada em redes Wi-Fi. É o que diz o estudo Cisco Visual Network Index (VNI), divulgado nesta quarta-feira, 27: o acesso fixo via Wi-Fi será responsável por 53% de todo o tráfego global em 2019, um crescimento de 23% em taxa de crescimento anual composto (CAGR).

A Cisco detalha que a maior parte do total do tráfego IP, 36%, será de acesso Wi-Fi para dispositivos sem conexão móvel (como tablets ou laptops), um aumento de 21,1% CAGR em relação a 2014. Já para os aparelhos com conectividade 3G/4G, o tráfego Wi-Fi crescerá mais: 67,5%, ou 17% do total de todo o tráfego IP. Já o acesso fixo com fio será ainda 33%, um aumento de 11,4%. A rede móvel será responsável por 14% de todo o tráfego IP global, crescimento de 57,3%. Isso significa que, somando o acesso em redes 3G e 4G com as conexões via Wi-Fi, mais de dois terços (ou 67%) do total de conexões será wireless no mundo em 2019.

No corte do Brasil, o Wi-Fi terá maior participação, sendo responsável por 55% do total do tráfego IP em 2019. As conexões fixas com fio ainda serão 31%, enquanto os acessos móveis ficarão em 14%. “Parece pouco, mas a disponibilidade do recurso tem aspecto tecnológico e econômico levados em consideração”, explica o diretor do segmento operadoras da Cisco, Hugo Baeta Santos. Segundo ele, atualmente a proporção de acessos móveis é de cerca de 5%.

Em se tratando de acesso à Internet no mundo, o share muda: em 2019, 81% serão wireless, contra 61% em 2014. A divisão de acessos no restante será de 18% em redes móveis, 19% em fixos, 21% de tráfego via Wi-Fi para dispositivos 3G/4G e 42% para aparelhos apenas com conexão Wi-Fi.

Hotposts

O estudo VNI da Cisco cita o levantamento da Maravedis Rethink e da iPass Inc., que diz que haverá 341 milhões de hotspots Wi-Fi no mundo em 2018. Segundo essa pesquisa, a atual líder no segmento, a China, será ultrapassada pelos Estados Unidos nesse período. “Não tem dado específico de Brasil, mas a mesma tendência de crescimento segue aqui”, diz Santos.

Esse total global considera também os chamados “community Wi-Fi”, que são os acessos wireless utilizando roteadores domésticos configurados para ofertar rede pública para clientes da operadora (separados da rede privada do usuário). Santos considera que esse tipo de conexão é complementar ao das redes móveis. “A Cisco vê claramente que existe oportunidade de monetizar, tornar o Wi-Fi um negócio, complementando o 3G e o 4G”, declara. Ele explica que em alguns países as teles oferecem o Wi-Fi não apenas como offload, mas com ofertas de serviço de valor adicionado apenas acessíveis dessa forma, como serviços baseados em localização com maior precisão.

Nova tecnologia pode recarregar celular via wireless dentro de carros

Os carregadores para carro muitas vezes salvam o nosso dia, mas o que fazer quando esquecemos os cabos em casa? Já pensou poder carregar seu smartphone, tablet e demais dispositivos no carro via wireless? A tecnologia começará a ser desenvolvida em breve.

Bateria de smartphones costumam ser alvo de grandes reclamações de usuários (Foto: Arte/TechTudo) (Foto: Bateria de smartphones costumam ser alvo de grandes reclamações de usuários (Foto: Arte/TechTudo))

Qualcomm Technologies e a Daimler AG, proprietária da Mercedes-Benz, que anunciaram parceira no último fim de semana, estão colaborando para desenvolver novas soluções tecnológicas para automóveis. Entre elas está o carregamento de energia via wireless, tanto para os próprios carros quanto para os dispositivos que os usuários estejam utilizando.

Ainda, outro objetivo da parceria entre as empresas é trabalhar em tecnologias para melhorar a conectividade, para que ela funcione em alta velocidade dentro dos carros. Por enquanto, o acordo tem como foco as conectividades 3G e 4G, para não somente deixar os motoristas conectados como melhorar as atualizações de software e permitir, então, o esperado carregamento sem fio.

A Qualcomm já possui uma tecnologia de carregamento de veículos via wireless, a WEVC, utilizada na Formula-E, e que servirá de padrão para o projeto com a Mercedes-Benz. Por enquanto, ainda não há data ou previsão de lançamento. Nos resta aguardar até que a tecnologia chegue, finalmente, ao consumidor final.

Via IGN e Slash Gear

TP-LINK apresenta portfólio no iPlanet Officer 2015

A TP-LINK, empresa líder em equipamentos wireless e de banda larga, apresenta os lançamentos de seu portfólio no iPlanet Officer 2015, evento do setor de distribuição de equipamentos de TI e de automação que acontece hoje no Transamérica Expo Center, em São Paulo (SP).

O principal objetivo da empresa no evento é estreitar o relacionamento com clientes e parceiros, apresentando novos produtos voltados tanto para o usuário final quanto para pequenas empresas.
“Vemos a 5ª edição do iPlanet como uma oportunidade para a TP-LINK fortalecer o relacionamento com o nosso cliente, fazer novos contatos e pensar em novos negócios“, afirma Tatiana Melquiades, Gerente de Distribuição da TP-LINK no Brasil. “Nosso portfólio no País cresce a cada dia e nos faz líder no mercado global. Queremos também esse reconhecimento no Brasil, atuando sempre de acordo com as tendências tecnológicas do setor e desenvolvendo equipamentos de alta performance e ótimo custo para atender às necessidades dos nossos usuários”, finaliza a executiva.
Confira alguns dos produtos apresentados no evento:
  • Roteadores Archer C2 & Archer C20i: Ambos apresentam o padrão de última geração Wi-Fi – o 802.11ac. Possuem velocidade wireless de 433Mbps em frequência mais limpa de 5GHz e 300Mbps em 2.4GHz e oferecem a flexibilidade de duas bandas independentes, o que garante excelente desempenho wireless. Tarefas simples como envio de e-mails ou navegação comum podem ser gerenciadas pela banda de 2.4GHz enquanto as atividades que exigem largura de banda, por exemplo, jogos on-line e streaming de vídeos em HD podem ser processados pela banda de 5GHz – tudo ao mesmo tempo.
  • Carregador portátil TL-PB10400: com alta capacidade de 10400mAh, permite recarregar um smartphone três a cinco vezes.
  • Roteador Portátil TL-MR3020: alimentado por um adaptador portátil ou pelo laptop, o TL-MR3020 permite ao usuário facilmente compartilhar uma conexão móvel 3G/4G com a família e amigos, em qualquer lugar dentro da cobertura 3G/4G. Ao conectar um modem USB 3G/4G ao roteador, um ponto de acesso 3G/4G Wi-Fi é imediatamente estabelecido.
  • TL-WPA4220KIT: Com velocidade de até 500 Mbps, estende sua conexão para todos os cômodos da casa utilizando a rede elétrica. Possui velocidade de 300 Mbps na rede wireless, e usando o botão wi-fi clone, pode copiar automaticamente o nome da rede e senha do roteador wireless, simplificando, assim, a configuração Wi-Fi.